
Re: Como se pode tratar o problema da equidade na avaliação?
por Julieta Cordas - Domingo, 18 Abril 2010, 23:20
Olá colegas,
Introduzo o meu post em resposta à Fernanda Lamy porque há dois aspectos que são focados no seu post e com os quais concordo:
1- a equidade nunca poderá existir de forma pura em avaliação;
2- a avaliação é intrinsecamente subjectiva
Posto isto, a única coisa que se pode fazer, na minha opinião, é tentar minimizar os riscos, ou seja tentar reduzir ao máximo a disparidade. Para isso contribuem uma série de procedimentos nossos conhecidos através dos quais se procura obter a maior aproximação à equidade (definição clara de objectivos, de critérios de correcção, de critérios de avaliação, etc)
Não alheio a todo este processo de procura do El Dourado da avaliação estão os princípios de ética deontológica pelos quais o profissional professor deve pautar a sua acção.
Cumprimentos
Comentário: Se o homem é a medida, então não existe a perfeição da justiça. Quer seja na no sistema judicial, quer seja na avaliação. Não quer isto dizer que não devamos (sempre!) procurar a máxima equidade na avaliação, a máxima imparcialidade, o máximo rigor. Obviamente. Agora tornar isso numa obsessão paranóica-compulsiva como constato em alguns professores é algo de ridículo. Tentamos o nosso melhor, mas não tenhamos ilusões: a quimera não existe.
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