A avaliação como interacção social
Anos 90
Construtivismo
Elaboração processual centrada no desenvolvimento do aluno
Desenvolvimentista
Instrumento ao serviço do processo de “descoberta do conhecimento”
Diálogo
Negociação
Auto-avaliativa
Diagnóstica
Formativa
Hetero-avaliativa
Resposta às necessidades individuais do aluno
O indivíduo
Promover o desenvolvimento
“O professor facilitador”
Aluno- activo
Professor- passivo
Saber- passivo
Instrumento ao serviço da aprendizagem
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Tópicos: Avaliação como Julgamento de Especialistas
A avaliação como julgamento de especialistas
Anos 70 / 80
Cronback e Scriven
Ralph Tyler
Sistematização técnica da acção da avaliação com funções exteriores ao sistema de ensino
Prescritora
Validação e certificação das aprendizagens
Emissão de juízos de valor
Recolha de informação para a tomada de decisões
Criação de instrumentos de avaliação fiáveis e universais
Métodos científicos
Análises estatísticas
Certificativa
Externa a modelos pedagógicos e à escola
Resposta a um pedido de natureza social: validação e certificação da aprendizagem
O contexto (a sociedade, a escola)
O desempenho do aluno
O currículo formal
A qualidade do ensino
Aluno- activo
Professor- activo
Saber- passivo
Fornece pistas sobre os disfuncionamentos do sistema
Anos 70 / 80
Cronback e Scriven
Ralph Tyler
Sistematização técnica da acção da avaliação com funções exteriores ao sistema de ensino
Prescritora
Validação e certificação das aprendizagens
Emissão de juízos de valor
Recolha de informação para a tomada de decisões
Criação de instrumentos de avaliação fiáveis e universais
Métodos científicos
Análises estatísticas
Certificativa
Externa a modelos pedagógicos e à escola
Resposta a um pedido de natureza social: validação e certificação da aprendizagem
O contexto (a sociedade, a escola)
O desempenho do aluno
O currículo formal
A qualidade do ensino
Aluno- activo
Professor- activo
Saber- passivo
Fornece pistas sobre os disfuncionamentos do sistema
Etiquetas:
Avaliação como julgamento de especialistas
Tópicos: Avaliação- Objectivos vs Desempenho
A avaliação como ponto de encontro entre objectivos e desempenhos de alunos
Anos 60
Taxonomia de Bloom
Pedagogia por objectivos
Comparação entre os objectivos e o estado do aluno na consecução desses objectivos
Orientadora
Acompanhamento do aluno num dado percurso
Diagnóstica
Formativa
Sumativa
(conceito de remediação)
Resposta a um pedido de natureza humana: orientação e desenvolvimento do aluno
Resposta a um pedido de natureza social: certificação da aprendizagem
O desempenho do aluno
Formar
“O professor Orientador”
Aluno- activo
Professor- activo
Saber- passivo
Anos 60
Taxonomia de Bloom
Pedagogia por objectivos
Comparação entre os objectivos e o estado do aluno na consecução desses objectivos
Orientadora
Acompanhamento do aluno num dado percurso
Diagnóstica
Formativa
Sumativa
(conceito de remediação)
Resposta a um pedido de natureza humana: orientação e desenvolvimento do aluno
Resposta a um pedido de natureza social: certificação da aprendizagem
O desempenho do aluno
Formar
“O professor Orientador”
Aluno- activo
Professor- activo
Saber- passivo
Etiquetas:
Avaliação: Objectivos vs Desempenho
Tópicos: Avaliação como Medida
A avaliação como uma medida
Fins séc. XIX, início séc. XX
Psicometria
Medição da diferença entre o modelo do professor e a reprodução desse modelo pelo aluno
Normativa
Controlo da aprendizagem do aluno
Medição
Exames, testes
Sumativa
Resposta a um pedido de natureza social: controlo de qualificações, rentabilidade dos recursos investidos
O saber do aluno
Ensinar
“O professor conhecedor”
Aluno- passivo
Professor- activo
Saber- activo
Fins séc. XIX, início séc. XX
Psicometria
Medição da diferença entre o modelo do professor e a reprodução desse modelo pelo aluno
Normativa
Controlo da aprendizagem do aluno
Medição
Exames, testes
Sumativa
Resposta a um pedido de natureza social: controlo de qualificações, rentabilidade dos recursos investidos
O saber do aluno
Ensinar
“O professor conhecedor”
Aluno- passivo
Professor- activo
Saber- activo
O Portefólio
Mestrado em Supervisão Pedagógica
2009 / 2010
Modelos de Avaliação das Aprendizagens
Docente:
Professora Isolina Oliveira
Trabalho realizado por:
Julieta Cordas
Maria Sousa
Junho de 2010
O Portefólio
Instrumento Reflexivo de Aprendizagem
- nos cursos de dupla certificação
Índice
Introdução…………………………………………………………………………………………………………………… p. 1
1- A Construção do Portefólio……………………………………………………………………………………… p.
2- O contexto educativo ……………………………………………………………………………………………….. p.
3- Fundamentação da Escolha ……………………………………………………………………………………… p.
4- Aplicação do Instrumento de avaliação – Portefólio Reflexivo de Aprendizagem
5- Considerações Finais ……………………………………………………………………………………………….. p.
Referências bibliográficas ………………………………………………………………………………………………..p.
Introdução
Os mecanismos avaliativos fazem parte integral dos processos de ensino-aprendizagem e, como tal, merecem ser alvo de uma ponderada análise reflexiva sobre a sua natureza, funções e modalidades.
Os instrumentos de avaliação estão intrinsecamente ligados ao próprio conceito de ensino e a tudo o que ele acarreta. Da perspectiva clássica de ensino centrada na aquisição de conhecimentos à perspectiva mais actual focada no desenvolvimento holístico do aluno, muito se tem alterado em termos de instrumentos de avaliação.
Os cursos de Educação e Formação para Adultos visam elevar os níveis de habilitação escolar e profissional da população portuguesa adulta, através de uma oferta integrada de educação e formação que potencie as suas condições de empregabilidade e certifique as competências adquiridas ao longo da vida.
As práticas formativas devem, neste contexto, conduzir ao desenvolvimento de competências profissionais, mas também pessoais e sociais, designadamente, através de métodos participativos que posicionem os formandos no centro do processo de ensino-aprendizagem e fomentem a motivação para continuar a aprender ao longo da vida.
Devem, neste âmbito, ser privilegiados os métodos activos, que reforcem o envolvimento dos formandos, a auto-reflexão sobre o seu processo de aprendizagem, a partir da partilha de pontos de vista e de experiências no grupo, e a co-responsabilização na avaliação do processo de aprendizagem. A dinamização de actividades didácticas baseadas em demonstrações directas ou indirectas, tarefas de pesquisa, exploração e tratamento de informação, resolução de problemas concretos e dinâmica de grupos afiguram-se, neste quadro, especialmente, aconselháveis.
O portefólio surge nas últimas décadas como um instrumento de avaliação com uma forte componente de auto-avaliação formativa. Tenta-se que o aluno seja o construtor do seu próprio processo de aprendizagem, o seu regulador por excelência e, em última análise, o seu próprio avaliador. O presente trabalho pretende apresentar uma experiência de avaliação através do Portefólio Reflexivo de Aprendizagem (PRA), num curso de formação de adultos com dupla certificação.
1- A Construção do Portefólio
Para Sá-Chaves (2000) um portfólio reflexivo é instrumento de diálogo entre educador e educando, que não é produzido só no término do período para fins avaliativos. É continuamente (re)elaborado na acção e partilhado de forma a recolher, em tempo útil, outros modos de ver e de interpretar, que facilitem ao aluno uma ampliação e diversificação do seu olhar, levando-o à tomada de decisões, ao reconhecimento da necessidade de fazer opções, de julgar, de definir critérios, além de permitir as dúvidas e conflitos para deles poder emergir mais consciente, mais informado, mais seguro de si e mais tolerante quanto às hipóteses dos outros.
Para elaborar um portfólio é necessário:
- Definir, por parte do professor, qual o objectivo e estrutura possível;
- Definir, por parte do aluno, as finalidades de aprendizagem;
- Integrar evidências e experiências de aprendizagem;
- Seleccionar materiais que integrem o portefólio e a reflexão do aluno relativamente ao seu próprio desenvolvimento.
- Que o aluno crie, recolha e organize todo o material a fim de evidenciar o seu progresso, para que a sua avaliação vá ao encontro das finalidades estabelecidas.
Porque o portefólio é um meio de desenvolver no aluno a capacidade de reflectir sobre o que fez e como fez e de lhe dar maior autonomia para tomar decisões (Clarke, 1996 citado por Pinto & Santos, 2006:149)
2- O Contexto Educativo
O Programa Reactivar é uma iniciativa das Secretarias Regionais da Educação e Formação e do Trabalho e Solidariedade Social da Região Autónoma dos Açores e “assume-se, presentemente, como um Programa que visa qualificar adultos e desenvolve-se, preferencialmente, segundo percursos de dupla certificação”. Este percurso formativo integra quatro áreas de competências-chave, estruturadas em Unidades de Competência (UC) constantes do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ).O curso objecto de análise é o de Assistente Familiar e de Apoio à Comunidade de Nível 2 profissional e com equivalência escolar ao 9º ano, que tem como objectivo global prestar cuidados de apoio directo a pessoas no domicílio ou em situação de internamento ou semi-internamento em estabelecimentos e serviços de apoio social, respeitando as indicações da equipa técnica e os princípios deontológicos.
3- Fundamentação da Escolha
A auto-construção do processo de aprendizagem que os modelos de ensino aprendizagem propõem será mais plenamente conseguida se se verificar a existência de algumas variáveis: a existência de algum nível de maturidade que possibilite a auto-disciplina para a execução da tarefa de compilar e organizar materiais, espírito de análise e de síntese para a correcta selecção e categorização da informação e espírito crítico para a reflexão sobre o trabalho produzido.
Tais condições de estádio cognitivo e de condições sócio-afectivas são mais facilmente reunidas no quadro de uma situação de desenvolvimento do adulto pelo que consideramos que a construção de um portefólio se adapta bem ao contexto de Formação de Adultos.
4- Aplicação do Instrumento de avaliação – Portefólio Reflexivo de Aprendizagem
As várias fases:
q Organização e planeamento
q Aprendizagem e Recolha de elementos
q Desenvolvimento e concretização dos Conteúdos
q Reflexão
q Apresentação na sessão de PRA
Objectivos
q Elevar a auto-estima do Formando;
q Desenvolver uma maior autonomia no trabalho do Formando;
q Assumir o Formando um papel mais activo no seu processo de ensino-aprendizagem;
q Exercitar a capacidade reflexiva do Formando;
q Observar a capacidade de organização do Formando;
q Compreender e conhecer melhor o Formando;
q Colocação em prática, dos conhecimentos adquiridos;
q Acompanhar a evolução dos Formandos.
5- Considerações Finais
Os instrumentos de avaliação são uma parte importante do trabalho do professor no que diz respeito ao processo de ensino-aprendizagem. A sua adequação aos objectivos e à população não devem ser descurados. Da escolha clássica do teste como instrumento de avaliação importa que o professor se aventure no desbravamento e potencialização de instrumentos de avaliação alternativos como o relatório, o trabalho de projecto e o portefólio. A alternância na utilização destes instrumentos de avaliação produzirá um trabalho mais enriquecedor para o aluno e mais estimulante para o professor.
Devem, por isso, diversificar-se os métodos e técnicas pedagógicos, assim como os contextos de formação, com vista a uma maior adaptação a diferentes ritmos e estilos de aprendizagem individuais, bem como a uma melhor preparação para a complexidade dos contextos reais de trabalho. Esta diversificação de meios constitui um importante factor de sucesso nas aprendizagens.
Revela-se, ainda, de crucial importância o reforço da articulação entre as diferentes componentes de formação, designadamente, através do tratamento das diversas matérias de forma interdisciplinar e da realização de trabalhos de projecto com carácter integrador, em particular nas formações de maior duração, que contribuam para o desenvolvimento e a consolidação de competências que habilitem o futuro profissional a agir consciente e eficazmente em situações concretas e com graus de complexidade diferenciados. Esta articulação exige que o trabalho da equipa formativa se faça de forma concertada, garantindo que as aprendizagens se processam de forma integrada.
O portefólio, recentemente chegado ao universo das práticas pedagógicas, mais do que um mero instrumento de avaliação, é um catalizador de saberes e um promotor da auto-aprendizagem do aluno. O recurso ao portefólio em situações de aprendizagem e de formação encerra um leque diversificado de potencialidades, quer ao nível da implicação (maior e mais consciente) dos actores nelas envolvidos, quer ao nível da auto-regulação das aprendizagens (dos seus processos e resultados), quer ao nível das estratégias metacognitivas inerentes (Veiga Simão, 2008).
Referências Bibliográficas
PINTO, J. & SANTOS, L.(2006). Modelos de Avaliação das Aprendizagens. Lisboa: Universidade Aberta.
SÁ-CHAVES, Idália (2000). Portfólios reflexivos: estratégia de formação e de supervisão. Universidade de Aveiro
VEIGA SIMÃO, A.M. (2008). Reforçar o valor regulador, formativo e formador da avaliação das aprendizagens. In Alves, M. P.& Machado, E. A. (Org.). Avaliação com sentido(s): Contributos e questionamentos, 125-151.De Facto Editores.
Sugestão de estrutura
• Questões de partida (tema de vida)
• Notas de campo
• Conceitos referenciados
• Autores de referência (datar, ligar a conceitos, teorias)
• Glossário
• Metáforas
• Reflexão
• Projectos Futuros
Registos fundamentais
q Diário de aprendizagem, integrando reflexões sobre a construção das aprendizagens e proporcionando feedback sobre o trabalho realizado
q Plano de desenvolvimento individual
q Registo de objectivos pessoais, significativos e exequíveis;
q Listagem de dificuldades encontradas ou consciencializadas e estratégias utilizadas para as resolver;
q Listagem de estratégias a desenvolver e de recursos a utilizar;
q Registo sistemático do grau de consecução dos objectivos definidos (autoavaliação)
q (re)definição de estratégias em função da avaliação feita,
q Registo de leituras de textos de revistas, jornais e livros escritos em inglês;
Testemunhos/ Evidências
q Fichas de trabalho;
q Esquemas;
q Fichas de leitura;
q Fichas de pesquisa;
q Fotografias
q Avaliações
Guia de Ajuda à planificação, concretização e avaliação do Portefólio
Fases de auto-regulação
Categoria
Exemplos de Questões
1º Momento – Ajuda à planificação do Portefólio
Antevisão
Objectivo
Para que serve construir um Portefólio?
(pensa sobre isso durante uns minutos)
Quais são os teus objectivos? Regista-os.
Quais as implicações desses objectivos? (na forma como vais estruturar o portefólio, nas evidências a escolher..)
Planeamento estratégico
Planificação
Quais as competências de que quero dar conta no meu Portefólio?
Como posso fazer? O que decidi fazer? Quando? Como? Porquê? Para quê?
Elaborei um Plano? (registo o Plano)
De que recurso disponho? (materiais, pessoais,….)
2º Momento – Ajuda à concretização do Portefólio
Monitorização
Execução
Tomada de
decisão
Conteúdos
Testemunhos/
Evidências
Controlo
Volitivo
Tensões
Quais os factores que estão a afectar a construção do meu portefólio? (o tempo? A falta de estrutura que guie a selecção e a reflexão? Estilos e valores de ensino?...)
Identifico quais são esses factores, analiso-os e refiro como os estou ou penso vir a ultrapassar.
Partilho as minhas dificuldades com os meus colegas.
3º Momento – Ajuda à reflexão/avaliação do portefólio
Reflexão
Reacção
Reflexão
O que se pretende com a reflexão?
Reflectir sobre o quê (processos de aprendizagem, motivação, …)
O que fiquei a saber? O que fiz bem? Porquê?
Como me sinto relativamente ao meu desempenho?
Qual o papel do portefólio na minha formação?
Constrangimentos encontrados no primeiro momento de avaliação
q Resistência por parte dos alunos e professores relativamente à mudança de métodos de trabalho e de práticas avaliativas;
q Falta de hábitos dos alunos na reflexão sobre a sua própria aprendizagem;
q Impossibilidade de confirmar a autoria de todos os trabalhos incluídos no portefólio;
q Insegurança por parte dos professores na utilização deste instrumento como meio fiável de avaliação;
q Poderá tornar-se numa mera compilação de trabalhos do aluno que não evidencia nem reflexão pessoal nem progresso.
Primeiros Comentários de Professores e Formandos
Professores
Formandos
-Não são capazes de reflectir!
-É um amontoado de papéis!
-Ainda não perceberam o objectivo.
-Estão muito confusos.
-Pedem ajuda constantemente.
-Não fazem auto-avaliação.
-Eles até se esforçam, mas não conseguem.
-Não vou ser capaz!
-Que grande confusão!
-Porque é que não fazemos antes um teste?
-Que é isso do tema de vida?
-Vou reflectir sobre o quê?
-Isto é mesmo preciso?
-Por onde começo?
-Não tenho tempo para isso.
Comentários Finais de Professores e Formandos
Professores
Formandos
-Valeu a pena. Registou-se uma grande evolução na capacidade de análise crítica, reflexão mais aprofundada sobre o processo de aprendizagem.
-Nunca pensei que conseguissem. É gratificante
-Parecem outros formandos.
- É um instrumento trabalhoso mas com resultados que superam esse esforço.
-Nunca pensei que conseguisse!
-Contribuiu para o meu crescimento pessoal.
- Redesenhei o que pensava de mim e da vida.
- Afinal, sempre sei fazer alguma coisa.
- Aprendi muito de uma maneira muito diferente.
- Valeu a pena o esforço e o trabalho. Agora já posso entender o que fazem os meus filhos na escola.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Agradecimentos
Sobre o Percurso nesta Unidade
Já referi que a minha actividade favorita foi a primeira actividade pelas razões que já mencionei.
A actividade dois "obrigou-me" a ir aos arquivos da memória e fez-me reflectir sobre o meu próprio percurso avaliativo. Para concluir que, sendo eu um espécimen da avaliação no sentido mais tradicional do termo, não fiquei de todo traumatizada com isso, tendo aliás funcionado como uma verdadeira "escola" para a vida. Os conteúdos que tanto insistem em denegrir provaram-se muito úteis, pelo menos no meu caso.
A actividade três teve a grande vantagem de trabalharmos a partir de materiais reais e a discussão que surguiu no meu grupo foi bastante interessante.
A actividade quatro foi também bastante proveitosa porque me possibilitou um enriquecimento sobre os instrumentos de avaliação alternativos.
Efectuei as leituras propostas, realizei algumas leituras extensivas sobre as temáticas propostas e, no geral, sinto um aumento de conhecimento que valorizo muito.
Participei nos fóruns e nos trabalhos na medida do que me foi possível. Tentei intervir com qualidade, mais do que com quantidade.
No geral considero que foi uma eperiência positiva.
A actividade dois "obrigou-me" a ir aos arquivos da memória e fez-me reflectir sobre o meu próprio percurso avaliativo. Para concluir que, sendo eu um espécimen da avaliação no sentido mais tradicional do termo, não fiquei de todo traumatizada com isso, tendo aliás funcionado como uma verdadeira "escola" para a vida. Os conteúdos que tanto insistem em denegrir provaram-se muito úteis, pelo menos no meu caso.
A actividade três teve a grande vantagem de trabalharmos a partir de materiais reais e a discussão que surguiu no meu grupo foi bastante interessante.
A actividade quatro foi também bastante proveitosa porque me possibilitou um enriquecimento sobre os instrumentos de avaliação alternativos.
Efectuei as leituras propostas, realizei algumas leituras extensivas sobre as temáticas propostas e, no geral, sinto um aumento de conhecimento que valorizo muito.
Participei nos fóruns e nos trabalhos na medida do que me foi possível. Tentei intervir com qualidade, mais do que com quantidade.
No geral considero que foi uma eperiência positiva.
Reflexão: A actividade mais relevante
Fazendo uma retrospectiva das diversas actividades desta unidade considero que a mais relevante foi a actividade 1 sobre a temática "Evolução das Concepções Teóricas da Avaliação" (as 4 gerações de avaliação).
Gostei da sistematização sobre as correntes da avaliação porque isso possibilitou-me uma compreensão mais abrangente da problemática da educação.
O trabalho desenvolvido em parceria com a colega Fátima também me permitiu aprofundar aspectos sobre as variantes da avaliação.
O Fórum à volta das concepções téoricas da avaliação foi também muito interessante pois foi muito participado e trocaram-se efectivamente ideias. Foi muito enriquecedor.
Gostei da sistematização sobre as correntes da avaliação porque isso possibilitou-me uma compreensão mais abrangente da problemática da educação.
O trabalho desenvolvido em parceria com a colega Fátima também me permitiu aprofundar aspectos sobre as variantes da avaliação.
O Fórum à volta das concepções téoricas da avaliação foi também muito interessante pois foi muito participado e trocaram-se efectivamente ideias. Foi muito enriquecedor.
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