
2- 27 de Março de 2010, 12:27
Ao se ler os quadros sobre as gerações da avaliação que elaborámos, percebe-se logo que quando se chega ao paradigma construtivista o assunto da avaliação se torna tão vago e eclético que só poderia dar em resultados ainda mais dispersos e etéreos (perdoem-me de não referir os trabalhos donde retiro as citações ,mas também é indiferente pois o que interessa para a minha tese é a mensagem):
- À luz do paradigma construtivista, a complexidade da avaliação é revelada pela sua natureza relacional, assente num processo de comunicação, num determinado quadro de relações sociais;
- Processo aberto e negociado de construção social e político – de natureza relacional e comunicacional, sustentada por um sistema de valores.
- Grande Complexidade do processo avaliativo;
- O aumento da complexidade da natureza da avaliação advém de três principais ordens de razão: natureza relacional assente num processo de comunicação; é essenciamente um processo social; prática social que sustenta e é sustentada por um sistema de valores;
Entrámos no campo da complexidade, do intricado, do vago. Nada de bom daqui poderia resultar.
Sim, porque uma coisa são as intenções. E dessas não tenho dúvidas quanto a serem boas as que o construtivismo se propunha.
Outra coisa são os resultados e desses tenho a certeza que não são bons.
Porque se iniciei um post anterior dizendo que a escola deve servir a sociedade, esta escola, que se baseia em pressupostos construtivistas, não está nem a ensinar o que é preciso, nem (hélas!) a formar cidadãos mais conscienciosos.
Ao se ler os quadros sobre as gerações da avaliação que elaborámos, percebe-se logo que quando se chega ao paradigma construtivista o assunto da avaliação se torna tão vago e eclético que só poderia dar em resultados ainda mais dispersos e etéreos (perdoem-me de não referir os trabalhos donde retiro as citações ,mas também é indiferente pois o que interessa para a minha tese é a mensagem):
- À luz do paradigma construtivista, a complexidade da avaliação é revelada pela sua natureza relacional, assente num processo de comunicação, num determinado quadro de relações sociais;
- Processo aberto e negociado de construção social e político – de natureza relacional e comunicacional, sustentada por um sistema de valores.
- Grande Complexidade do processo avaliativo;
- O aumento da complexidade da natureza da avaliação advém de três principais ordens de razão: natureza relacional assente num processo de comunicação; é essenciamente um processo social; prática social que sustenta e é sustentada por um sistema de valores;
Entrámos no campo da complexidade, do intricado, do vago. Nada de bom daqui poderia resultar.
Sim, porque uma coisa são as intenções. E dessas não tenho dúvidas quanto a serem boas as que o construtivismo se propunha.
Outra coisa são os resultados e desses tenho a certeza que não são bons.
Porque se iniciei um post anterior dizendo que a escola deve servir a sociedade, esta escola, que se baseia em pressupostos construtivistas, não está nem a ensinar o que é preciso, nem (hélas!) a formar cidadãos mais conscienciosos.
Comentário: Os modelos pedagógicos propostos pelo construtivismo já provaram que nada têm de positivo a acrescentar malgré a ferrenha defesa desses valores por alguns pedagagogos da praça. É um idealismo remanescente das décadas de 60 e de 70. A dura realidade vai encarregar-se de provar a inépcia das suas propostas.
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