
(dos trabalhos dos meus colegas Glória Santos, Isabel Ruivo, Manuela Pereira, Ilda Bicacro e Firmo Ferreira)
- Modelo pedagógico centrado no aprender (construtivismo);
- O professor deixa de ser o mediador entre os alunos e o saber, tornando-se o organizador dos contextos e acompanhante/apoio privilegiado dos alunos nas aprendizagens;
- A auto-avaliação surge como a forma de avaliação privilegiada, permitindo ao aluno reflectir sobre o seu percurso de aprendizagem;
- A avaliação tem um papel central no processo de aprendizagem, pois revela o erro e a compreensão deste quer por parte do professor, quer por parte do aluno, permite encontrar meios para uma melhor aprendizagem;
- Utilização de diversas formas de trabalho na sala de aula que potenciem e valorizem a diferença;
- Necessidade de definir com clareza os critérios e instrumentos de avaliação a utilizar que funcionem como referencial e que ajudem o aluno a autoregular a sua aprendizagem;
- O processo de avaliação deve estar integrado no acto pedagógico.
- Surge o conceito de avaliação formadora: o aluno torna-se o principal agente regulador da sua aprendizagem, tornando-se a avaliação realizada pelo professor como uma ajuda no processo;
- Para além da função de classificação, selecção e certificação, desenvolve-se uma nova função: a função reguladora;
- A compreensão do erro por parte do aluno torna-se uma forma de auto-regulação pedagógica (auto-avaliação regulada), que leva ao desenvolvimento de estratégias pessoais para a superação de dificuldades;
- Importância da auto-avaliação regulada realizada pelo aluno, permitindo-lhe reflectir sobre os erros cometidos e abrindo-lhe a porta a novos trilhos a percorrer;
- A avaliação transforma-se num instrumento pessoal ao serviço das aprendizagens, tornando-se num processo aberto e permanentemente negociado entre os intervenientes;
- A função informativa da avaliação (aos alunos, aos pais, à administração) desenvolve-se como necessidade de fornecer dados que permitam um acompanhamento efectivo da aprendizagem dos alunos.
- Grande Complexidade do processo avaliativo;
- O aumento da complexidade da natureza da avaliação advém de três principais ordens de razão: natureza relacional assente num processo de comunicação; é essenciamente um processo social; prática social que sustenta e é sustentada por um sistema de valores;
- Diálogo entre os diferentes actores;
- Avaliação dos processos e dos produtos;
- Adaptada ao contexto;
- Não se pode reter (reprovar) alunos na educação básica;
- Deixariam de ser atribuídas quaisquer classificações numéricas antes do 9.° ano de escolaridade, que seriam substituídas por apreciações escritas de índole qualitativa;
- A avaliação era, obrigatoriamente, de natureza formativa.
- A avaliação passa a assumir uma pluralidade de abordagens sobre uma mesma realidade, que não se excluem, antes se complementam;É umprocesso gerador de valores apropriados pelas pessoas e pelas instituições;
- O professor deixa de ser o mediador entre os alunos e o saber, tornando-se o organizador dos contextos e acompanhante/apoio privilegiado dos alunos nas aprendizagens;
- A auto-avaliação surge como a forma de avaliação privilegiada, permitindo ao aluno reflectir sobre o seu percurso de aprendizagem;
- A avaliação tem um papel central no processo de aprendizagem, pois revela o erro e a compreensão deste quer por parte do professor, quer por parte do aluno, permite encontrar meios para uma melhor aprendizagem;
- Utilização de diversas formas de trabalho na sala de aula que potenciem e valorizem a diferença;
- Necessidade de definir com clareza os critérios e instrumentos de avaliação a utilizar que funcionem como referencial e que ajudem o aluno a autoregular a sua aprendizagem;
- O processo de avaliação deve estar integrado no acto pedagógico.
- Surge o conceito de avaliação formadora: o aluno torna-se o principal agente regulador da sua aprendizagem, tornando-se a avaliação realizada pelo professor como uma ajuda no processo;
- Para além da função de classificação, selecção e certificação, desenvolve-se uma nova função: a função reguladora;
- A compreensão do erro por parte do aluno torna-se uma forma de auto-regulação pedagógica (auto-avaliação regulada), que leva ao desenvolvimento de estratégias pessoais para a superação de dificuldades;
- Importância da auto-avaliação regulada realizada pelo aluno, permitindo-lhe reflectir sobre os erros cometidos e abrindo-lhe a porta a novos trilhos a percorrer;
- A avaliação transforma-se num instrumento pessoal ao serviço das aprendizagens, tornando-se num processo aberto e permanentemente negociado entre os intervenientes;
- A função informativa da avaliação (aos alunos, aos pais, à administração) desenvolve-se como necessidade de fornecer dados que permitam um acompanhamento efectivo da aprendizagem dos alunos.
- Grande Complexidade do processo avaliativo;
- O aumento da complexidade da natureza da avaliação advém de três principais ordens de razão: natureza relacional assente num processo de comunicação; é essenciamente um processo social; prática social que sustenta e é sustentada por um sistema de valores;
- Diálogo entre os diferentes actores;
- Avaliação dos processos e dos produtos;
- Adaptada ao contexto;
- Não se pode reter (reprovar) alunos na educação básica;
- Deixariam de ser atribuídas quaisquer classificações numéricas antes do 9.° ano de escolaridade, que seriam substituídas por apreciações escritas de índole qualitativa;
- A avaliação era, obrigatoriamente, de natureza formativa.
- A avaliação passa a assumir uma pluralidade de abordagens sobre uma mesma realidade, que não se excluem, antes se complementam;É umprocesso gerador de valores apropriados pelas pessoas e pelas instituições;
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