Das brilhantes intervenções dos meus colegas de Mestrado seleccionei 4 como as minhas favoritas.
Maria Serafina Roque Cabral, 24 de Março de 2010, 00:35:
Boa noite, colegas e Professora.
Pois eu não poderia estar mais de acordo com vocês. De facto, em matéria de avaliação, as práticas actuais são, por vezes, verdadeiramente inusitadas, tendo em conta o muito que supostamente já está feito, nomeadamente em termos de formação de professores. Mas, também neste aspecto, parece-me (estarei enganada?) que vai uma grande distância entre aquilo que se defende na teoria e o que se põe, posteriormente, em prática no terreno. Por outro lado, não esqueçamos que o próprio sistema acaba por impor, de certa forma, uma perspectiva da avaliação enquanto medição e certificação, através dos exames nacionais e das médias de acesso ao ensino superior. Ora, a concepção que uma boa parte dos professores tem sobre a preparação de alunos para os exames não se coaduna, propriamente, com um ensino centrado no desenvolvimento de competências mas antes com o débito de conteúdos, como acontecia no tempo em que eu frequentei a escola secundária enquanto aluna.
Não tem sido isso mesmo o que os Relatórios PISA têm repetidamente provado?
Continuação de bom trabalho a todos,
Serafina
Pois eu não poderia estar mais de acordo com vocês. De facto, em matéria de avaliação, as práticas actuais são, por vezes, verdadeiramente inusitadas, tendo em conta o muito que supostamente já está feito, nomeadamente em termos de formação de professores. Mas, também neste aspecto, parece-me (estarei enganada?) que vai uma grande distância entre aquilo que se defende na teoria e o que se põe, posteriormente, em prática no terreno. Por outro lado, não esqueçamos que o próprio sistema acaba por impor, de certa forma, uma perspectiva da avaliação enquanto medição e certificação, através dos exames nacionais e das médias de acesso ao ensino superior. Ora, a concepção que uma boa parte dos professores tem sobre a preparação de alunos para os exames não se coaduna, propriamente, com um ensino centrado no desenvolvimento de competências mas antes com o débito de conteúdos, como acontecia no tempo em que eu frequentei a escola secundária enquanto aluna.
Não tem sido isso mesmo o que os Relatórios PISA têm repetidamente provado?
Continuação de bom trabalho a todos,
Serafina
Comentário: Gostei desta intervenção porque foca o problema entre o ideal e a prática. Ou seja, uma coisa são as teorias pedagógicas com que enchem as cabeças dos professores e outra é a realidade social que nos exije uma classificação e seriação dos alunos. Que fazer?
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